domingo, 19 de fevereiro de 2012
On 13:13 by Rogério Tobias
Por que as vendas vão emboraVenda é uma coisa sagrada, mas muitas empresas estão deixando de prestar-lhe a devida reverência
Rogério Tobias
Publicação: 19/02/2012 04:00
Neste momento, muitas vendas estão sendo perdidas. Clientes ávidos por comprar produtos novos, inovadores ou simplesmente querendo tomar um sorvete ou uma cerveja estão deixando de fazê-lo por erros cometidos pelas empresas. Problemas que as diretorias até já sabem que existem, mas custa-lhes pensar em fazer ajuste, pois dá trabalho e, pior, em alguns casos leva a ter que fazer alguns investimentos.
Um leitor me perguntou quem realmente mata as vendas numa empresa. Se fossem poucos os fatores, e esses fossem isolados, seria fácil identificar. A questão é que eles são incontáveis, interligados e constantes.
Muitas empresas já buscam identificá-los e têm obtido muito sucesso nesse trabalho. Dell, Wal-Mart, nos Estados Unidos, Disney e outras. No Brasil, também já existem empresas dignas de ser copiadas. Aprecio o método de vendas e atendimento do Supermercado Verdemar, de Belo Horizonte, das lojas da Rede Fast; da Etna; do Laboratório Hermes Pardini e até mesmo algumas lojas dos mercado municipais de São Paulo e de Belo horizonte. As empresas de aviação estão reaprendendo o que é vender serviços. Elas ainda estão longe de recuperar a prestação de bons serviços e, principalmente, o charme e o carinho da época do comandante Rolim.
Em muitos casos, os supervisores são os maiores matadores de vendas. O processo começa na diretoria. Não se define claramente o perfil da empresa. Por isso, ninguém sabe exatamente como agir nas diversas situações de vendas.
Tirando a falta de preparo dos profissionais no relacionamento com pessoas, bem como o desconhecimento das técnicas de vendas e a lassidão no atendimento, quero citar aqui outros espantalhos de vendas. É um conjunto de males que matam as vendas o tempo todo: loja escura, com cheiro desagradável e dificuldade de circulação de clientes devido à má distribuição dos balcões; falta de mercadorias de alta rotatividade no freezer ou na prateleira; produtos espalhados pela gôndola sem a constante reorganização.
Em bares, os garçons conversam demais ou são lentos e distraídos ao receber os pedidos. Em farmácias, o atendente não tem nem noção se tem produtos solicitados, ou não acompanha o cliente quando esse mostra interesse em algum produto e não consegue localizá-lo.
A existência de escadas já é ruim, principalmente se elas estiverem sem o devido sistema de proteção. A falta de placas de identificação de produtos e de circulação. Vendas podem ser muitas, mas são frágeis, diminuem de diversas formas. Elas padecem muito por detalhes negativos e reduzem, enfraquecem e não perecem totalmente, pois se recuperam em empresas concorrentes.
Venda é uma coisa sagrada, mas muitas empresas estão deixando de prestar-lhe a devida reverência. Elas precisam ser cuidadas a cada minuto. Muitas organizações já não caem na armadilha de esperar que um dia as vendas melhorem. Elas têm uma visão de marketing e por isso fazem de tudo para não perder clientes. Como consequência, seus resultados são alcançados.
Um leitor me perguntou quem realmente mata as vendas numa empresa. Se fossem poucos os fatores, e esses fossem isolados, seria fácil identificar. A questão é que eles são incontáveis, interligados e constantes.
Muitas empresas já buscam identificá-los e têm obtido muito sucesso nesse trabalho. Dell, Wal-Mart, nos Estados Unidos, Disney e outras. No Brasil, também já existem empresas dignas de ser copiadas. Aprecio o método de vendas e atendimento do Supermercado Verdemar, de Belo Horizonte, das lojas da Rede Fast; da Etna; do Laboratório Hermes Pardini e até mesmo algumas lojas dos mercado municipais de São Paulo e de Belo horizonte. As empresas de aviação estão reaprendendo o que é vender serviços. Elas ainda estão longe de recuperar a prestação de bons serviços e, principalmente, o charme e o carinho da época do comandante Rolim.
Em muitos casos, os supervisores são os maiores matadores de vendas. O processo começa na diretoria. Não se define claramente o perfil da empresa. Por isso, ninguém sabe exatamente como agir nas diversas situações de vendas.
Tirando a falta de preparo dos profissionais no relacionamento com pessoas, bem como o desconhecimento das técnicas de vendas e a lassidão no atendimento, quero citar aqui outros espantalhos de vendas. É um conjunto de males que matam as vendas o tempo todo: loja escura, com cheiro desagradável e dificuldade de circulação de clientes devido à má distribuição dos balcões; falta de mercadorias de alta rotatividade no freezer ou na prateleira; produtos espalhados pela gôndola sem a constante reorganização.
Em bares, os garçons conversam demais ou são lentos e distraídos ao receber os pedidos. Em farmácias, o atendente não tem nem noção se tem produtos solicitados, ou não acompanha o cliente quando esse mostra interesse em algum produto e não consegue localizá-lo.
A existência de escadas já é ruim, principalmente se elas estiverem sem o devido sistema de proteção. A falta de placas de identificação de produtos e de circulação. Vendas podem ser muitas, mas são frágeis, diminuem de diversas formas. Elas padecem muito por detalhes negativos e reduzem, enfraquecem e não perecem totalmente, pois se recuperam em empresas concorrentes.
Venda é uma coisa sagrada, mas muitas empresas estão deixando de prestar-lhe a devida reverência. Elas precisam ser cuidadas a cada minuto. Muitas organizações já não caem na armadilha de esperar que um dia as vendas melhorem. Elas têm uma visão de marketing e por isso fazem de tudo para não perder clientes. Como consequência, seus resultados são alcançados.
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Livro: 121 Artigos de Marketing (Prof. Rogério Tobias)
Consultor MSc. Rogério Tobias ADM.
Profissional na área de Consultoria, Treinamento e Prática do marketing nas empresas. Atua atendendo de forma customizada as necessidades empresariais para uma melhor gestão do marketing, com ênfase em Vendas e motivação de equipes. Autor do livro "121 Artigos de Marketing".